O senador Wellington Fagundes, líder do Partido da República no Senado, afirmou que a posse da professora Myriam Serra como nova reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), nesta quinta-feira (13), representa a continuidade de um trabalho harmônico entre o Parlamento e a instituição pelo crescimento do ensino superior no Estado.

“Assim como nós da Bancada, a nova reitora está ciente e trabalha para cumprir as demandas necessárias para o crescimento da UFMT e do ensino superior. Ela entende a importância de uma política de educação forte. Além disso, Myriam esteve engajada e dará apoio a temas importantes que ajudamos a conquistar, como a emancipação da Universidade Federal de Rondonópolis”, comemorou o senador republicano.

Após a assinatura do seu termo de posse, em Brasília, Myriam disse que apesar do atual momento de crise, a universidade “pode e deve” contribuir para o desenvolvimento social. Segundo ela, há a expectativa de que o Estado seja uma referência em educação para toda a América do Sul. Para ela, a Bancada parlamentar do Estado tem papel importante no desenvolvimento da UFMT.

“Nossa gestão também buscará aproximação com a UNEMAT (Universidade do Estado de Mato Grosso) e o Instituto Federal de Mato Grosso, porque nós entendemos que as políticas públicas do Estado precisam ser desenvolvidas com o esforço das nossas três universidades públicas”, projetou a reitora.

O ministro da educação, José Mendonça Filho, ao parabenizar a reitora, afirmou que o MEC tem como prioridade a conclusão das obras do Reuni, o avanço nas obras que já estão em andamento e a criação de condições para que as universidades ampliem as ofertas de vaga. “E, naturalmente, contamos com o papel importante da UFMT e da nova reitora para que isso aconteça”, finalizou o ministro.

Myriam Serra possui 35 anos de experiência acadêmica na UFMT e foi a primeira diretora da Faculdade de Nutrição da universidade. Além disso, coordenou as Políticas Acadêmicas da Pró-Reitoria de Ensino e Graduação, onde implantou as chamadas “políticas afirmativas”, que tiveram por objetivo a democratização do acesso à educação superior.

A nova reitora também atuou pela retomada do processo de expansão universitária, com aumento do número de vagas e a criação dos campi de Sinop e Várzea Grande, além da ampliação das unidades do Araguaia, Cuiabá e Rondonópolis.