Fevereiro de 2019

Fevereiro de 2019

Wellington Fagundes quer retomada de obras públicas para geração de empregos imediatos

Foto: da Assessoria

O Líder do Bloco Parlamentar Vanguarda, formado por DEM, PR e PSC, o senador Wellington Fagundes (PR-MT) afirmou que a retomada de obras públicas paralisadas será o grande diferencial para a geração imediata de empregos. No dia 13 de fevereiro ele participou, em Brasília, do lançamento da campanha “Geração de 1 milhão de Empregos já” no Brasil, da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Wellington disse que, na atual legislatura, seguirá empenhado na defesa da retomada das obras públicas paralisadas. “Da forma como estão, essas obras representam um elevado prejuízo à sociedade. É preciso retomá-las” – frisou, ao destacar que “uma obra parada não tem significado algum a não ser causar desperdício de dinheiro do contribuinte”.

 

Em Mato Grosso, existem mais de 400 obras paralisadas com recursos federais, estaduais e municipais, segundo dados do Tribunal de Contas do Estado. Quase um quarto delas estão concentradas em Cuiabá e Várzea Grande, região metropolitana da capital. Os motivos das obras paradas são os mais variados. “É preciso atitudes firmes para garantir recursos e desembaraçar os entraves burocráticos. Da nossa parte, haverá empenho. O Brasil precisa das obras e precisa dos empregos que elas geram” – disse o senador.

Wellington promete ser crítico a Mauro, mas nega que fará ‘oposição por oposição’

Foto: Pedro França / Agência Senado

Ao saudar os senadores Jayme Campos (DEM) e Selma Arruda (PSL), que passam a integrar a 56ª Legislatura, o senador Wellington Fagundes (PR-MT) afirmou que fará ‘oposição crítica’ ao atual governador de Mato Grosso, Mauro Mendes – contra quem disputou a eleição ao Governo em outubro passado. Mas fez uma ressalva: “Nunca fui, e nem serei, um Parlamentar fazer oposição por oposição. Quero, acima de tudo, ajudar o Governo do Estado”.

 

Em plenário, Wellington Fagundes disse que será um parlamentar crítico “com aquilo que não estiver, a nosso ver, correto”. Destacou que a imprensa já o procurou questionando se tomaria as mesmas medidas do governador.  “É claro que não! A minha proposta de Governo foi diferente” – disse. “Eu sou a favor de um Estado necessário. As reformas são necessárias, mas não podem, de forma alguma, tirar o direito daqueles que já construíram a sua vida e têm suas expectativas” – observou.

 

Escolhido para liderar o Bloco Vanguarda, formado pelo DEM, PR e PSC, Fagundes enalteceu os parlamentares que tomaram posse no dia 1º de fevereiro. Ele destacou a experiência do senador Jayme Campos (DEM-MT) e seu curriculum político de já ter sido prefeito, governador e senador. Também enfatizou a experiência da senadora Selma Arruda na área jurídica, eleita como a mais votada na última eleição.

 

 

Vice da Comissão de Infraestrutura, Wellington diz que priorizará a FICO


Foto: Agência Senado

Presidente da Frente Parlamentar Mista de Logística, Transporte e Armazenagem (Frenlog), o senador Wellington Fagundes (PR-MT) foi escolhido para ocupar o cargo de vice-presidente da Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado, uma das mais importantes do Legislativo.

 

O presidente será o senador Marcos Rogério (DEM-RO). Em reunião no dia 13 de fevereiro, Fagundes reafirmou o compromisso com o desenvolvimento logístico nacional e disse que vai priorizar em Mato Grosso a implantação da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (FICO).

 

Em seu breve pronunciamento na sessão de instalação e posse, Wellington destacou que o Brasil carece de altos investimentos em infraestrutura. O parlamentar lembrou ainda que o maior custo Brasil é devido a qualidade de logística e defendeu a intermodalidade, avançando no desenvolvimento dos modais de transporte ferroviário e aquaviário. “Precisamos fazer com que o custo seja menor para aqueles que estão no interior produzindo e que tem alta capacidade de produção, uma alta produtividade, competindo com países de maior tecnologia aplicada do mundo, mas quando precisa chegar com seus produtos nos portos, o lucro às vezes já foi” – enfatizou.

Regularização fundiária de 80 mil famílias pode gerar ‘revolução econômica’ em MT

Foto: Da Assessoria

Ao participar da sessão de instalação da Comissão de Agricultura do Senado e da posse da presidente, senadora Soraya Thronicke (PSL-MS), o senador Wellington Fagundes (PR-MT) defendeu “uma política pública eficiente” de regularização fundiária para o  Brasil. Ele destacou que existem em Mato Grosso cerca de 80 mil famílias de pequenos e médios produtores prontas para produzir. “Com elas – afirmou o republicano – temos condições de promover uma ‘revolução econômica’ em nosso Estado”.

 

Hoje, no Brasil, são mais de 600 mil propriedades rurais sem documentação. Wellington  lembrou que essas 80 mil famílias sem títulos de propriedade são de agricultores chamados há mais de 30 anos para ocupar a Amazônica. “Além de trazer dignidade e cidadania às famílias, vai gerar muito mais oportunidade de riqueza, de empregos, porque o proprietário, o pequeno e o médio proprietário não têm o documento, não têm acesso ao banco e enfrenta todos os entraves e dificuldades.” – assinalou.

 

O republicano enfatizou que o problema fundiário de Mato Grosso é um tema comum a todos os estados brasileiros, com ênfase, no entanto, à região Amazônica.  “Em Mato Grosso, nós temos essa felicidade, a meu ver, a oportunidade porque pertencemos a duas regiões. Todo o Estado está na Amazônia Legal mas, também, na região Centro-Oeste” – assinalou.

Acabar com a Lei Kandir sem reforma tributária “é uma loucura”, alerta senador

Foto: Agência Senado

O senador Wellington Fagundes (PR-MT) afirmou que a proposta de acabar com a Lei Kandir – o que permitiria a Estados tributarem produtos primários e semielaborados destinados à exportação – “é uma loucura”. Ele sustenta que, além de tal medida não ter amparo constitucional, a proposta adiciona obstáculos à produção de grandes exportadores, como Mato Grosso.

 

“Como ainda não se tem uma reforma tributária, a Lei Kandir é fundamental para o Brasil e para que o produtor faça com que a nossa Balança Comercial tenha saldo positivo exatamente nesta área” – frisou o republicano, em debate no dia 18 de fevereiro. Wellington Fagundes integra o grupo de parlamentares que tem pressionado a Câmara dos Deputados a apreciar a matéria aprovada pela Comissão Mista do Congresso Nacional criada para elaborar o projeto de Lei Complementar destinado a regulamentar as transferências da União aos Estados e municípios exportadores.

 

O parlamentar republicano foi o relator da matéria, e apurou a necessidade de repasse na ordem de R$ 39 bilhões a título de compensação.

 

Defensor da reforma tributária – que poderia mudar aspectos relacionados à tributação de produtos destinados à exportação – Fagundes considera que dificilmente esse tipo de matéria será votada em pequeno espaço de tempo.

 

 

Congresso Nacional fará sessão solene para homenagear 300 anos de Cuiabá

Foto: Agência Senado

 

O Congresso Nacional realizará, no dia 5 de abril, sessão solene para comemorar os 300 anos de Cuiabá. A Capital de Mato Grosso foi fundada no dia 8 de abril de 1719. O requerimento foi apresentado pelo senador Wellington Fagundes (PR-MT), líder do Bloco Parlamentar Vanguarda, e pelo deputado federal Emanuel Pinheiro Neto (PTB-MT). O evento, com convidados, deverá ser realizado no plenário do Senado Federal.

 

“Cuiabá tem uma rica história, com belezas naturais incríveis, um povo bonito e trabalhador. E ao completar 300 anos, assume o perfil de cidade moderna, com uma população de mais de 600 mil habitantes. É centro político, administrativo, econômico e de serviços do Estado” – disse o senador Wellington Fagundes, ao apresentar o requerimento. Segundo o senador republicano, Cuiabá conta com uma posição geograficamente estratégica: está localizada no centro da América Latina. Com isso, tem condições de avançar ainda mais no desenvolvimento econômico e social. “Cuiabá reúne todas as possibilidades de se transformar em um grande polo comercial com países como Bolívia, Paraguai a região central do Chile e o próprio Peru, sediando realizações como encontros de negócios, seminários, turismo, entre outros” – observou.

 

No requerimento apresentado, Fagundes e Emanuel Pinheiro Neto observam que Cuiabá deve receber projetos de infraestrutura que contribuirão para esse novo perfil, proporcionando mais qualidade de vida aos seus moradores e visitantes.

Ministro vai ao Senado discutir ferrovia em MT após tragédia de Brumadinho

Foto: Agência Senado

 

A Comissão de Infraestrutura do Senado aprovou requerimento apresentado pelo senador Wellington Fagundes (PR-MT), líder do Bloco Parlamentar Vanguarda, para realização de audiência pública com a presença do ministro Tarcísio Freitas, de Infraestrutura. A pauta será a implantação da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (FICO), entre Campinorte (GO) e Água Boa (MT), em uma extensão de 383 quilômetros. A obra está prevista para acontecer a partir da renovação das concessões ferroviárias da empresa Vale.

 

Além do ministro, devem participar da audiência pública representantes do Tribunal de Contas da União (TCU), Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), VALEC – Engenharia, Construção e Ferrovias S.A., e da Companhia Vale do Rio Doce, a Vale. Fagundes informou que o evento deverá contar ainda com a presença de prefeitos e autoridades do Estado, todos ligados ao setor de infraestrutura.

 

Fagundes contou ainda que no próximo dia 26 o ministro deverá estar na Comissão de Infraestrutura para prestar ao colegiado informações sobre as diretrizes e prioridades da pasta. Outro requerimento de autoria do senador Wellington Fagundes aprovado pela Comissão de Infraestrutura prevê a realização de debate com o objetivo de discutir as políticas públicas necessárias para a atuação da garimpagem e da micro e pequena mineração no país.

 

 

Contra ‘epidemia da violência’, Wellington discute ações para área de fronteira em MT


Foto: Da Assessoria

O senador Wellington Fagundes (PR-MT), líder do Bloco Parlamentar Vanguarda, se reuniu no dia 20 de fevereiro com o brigadeiro Roberto de Medeiros Dantas, diretor do Departamento do Programa Calha Norte da Secretaria-Geral do Ministério da Defesa. Na pauta, medidas a serem implementadas na fronteira de Mato Grosso como forma de combater “a epidemia da violência” que tem se alastrado em todo país. Fagundes foi relator setorial do Orçamento de Defesa e Justiça.

 

“Estou convicto de que somente com o combate ao narcotráfico, que deve ser feito prioritariamente zelando pelas nossas fronteiras, é que teremos possibilidade de êxito contra a violência” – frisou o republicano. Segundo ele, o Programa Calha Norte traz importantes ações adicionais para reforçar a cobertura da extensa região fronteiriça com outros países.

 

Atualmente, o Programa abrange 379 municípios em oito Estados – Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul (faixa de fronteira) Pará, Rondônia e Roraima, dos quais 167 estão ao longo dos 13.938 quilômetros da Faixa de Fronteira. O programa tem uma área de atuação de 3.123.986 km² que corresponde a 44,8% do território nacional, onde habitam cerca de 20 milhões de pessoas, dentre as quais se inclui 50% da população indígena do Brasil.